quinta-feira, 20 de abril de 2017

SALVADOR ☼ Suspeito de tráfico de drogas é preso em operação no Nordeste de Amaralina

Jair, com passagem por tráfico em 2015, coleciona mortes em sua ficha criminal Alberto Maraux | SSP

A Polícia Civil apresentou, nesta quarta-feira, 19, um homem suspeito de integrar uma quadrilha liderada por Caíque Santos Correia, de 28 anos, apontado como chefe do tráfico de drogas na localidade do Boqueirão, no Nordeste de Amaralina.

Jair dos Santos Lisboa Júnior, 27, foi preso durante operação realizada na última terça, destinada a cumprir um mandado de prisão contra Caíque.

Segundo informações do delgado Odair Carneiro, titular da Delegacia de Homicídios Múltiplos (DHM), durante a ação, houve confronto entre policiais e criminosos que estavam no imóvel nº 96 da Rua São Raul.

Em depoimento, a mãe de Caíque contou que a residência funcionava como ponto de venda de entorpecentes.

No revide, dois comparsas do bando, identificados como Leo e Simpson, acabaram baleados. Eles chegaram a ser conduzidos para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiram aos ferimentos. Caíque, por sua vez, conseguiu fugir pelo telhado da casa. 

Apreensão

No interior da residência, investigadores apreenderam um revólver calibre 38, duas pistolas – uma delas de fabricação israelense –, 1,5 kg de maconha, cocaína, crack, duas balanças de precisão, R$ 56 em espécie, uma granada, um carregador e 24 munições de calibres 38,9 mm e ponto 40.

“Não vamos permitir que indivíduos pratiquem crimes nem intimidem moradores e policiais no Nordeste de Amaralina ou em qualquer outro bairro”, declarou Carneiro, em coletiva à imprensa, na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Denominada “Nordeste Limpo”, a operação da DHM contou com apoio da 1ª DH-Atlântico, do Grupo de Apreensão e Captura (Grac) e da Coordenação de Operações Especiais (COE).

O delegado Odair Carneiro detalhou que Caíque tem cinco mandados de prisão expedidos pela Justiça.

Além de chefiar o comércio de drogas, ele é acusado por diversos homicídios nas regiões do Nordeste de Amaralina e Chapada do Rio Vermelho. “Não bastassem os assassinatos, ele costuma ameaçar policiais”, detalhou o titular da DHM.

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