terça-feira, 20 de junho de 2017

FEIRA DE SANTANA: Polícia Militar recolhe donativos durante Campanha do Agasalho

O Comando de Policiamento da Região Leste está realizando mais uma Campanha do Agasalho, em Feira de Santana. O major Paulo José Santos, novo comandante da 66ª CIPM, esteve no programa Acorda Cidade na manhã desta terça-feira (20), onde deu mais detalhes da campanha.

De acordo com ele, o objetivo principal da campanha, que já está na quarta edição, é ajudar a quem precisa, além de aproximar a Polícia Militar da sociedade. “A PM também realiza ações sociais. Precisamos nos aproximar da sociedade, pois ela é quem nos paga e nós precisamos protegê-las em todos os instantes”, afirmou.

De acordo com o comandante, todas as unidades especializadas estão recebendo as doações. A campanha segue até o dia 17 de julho e a PM também disponibilizou números de telefone para que a população possa tirar dúvidas e solicitar viaturas para recolher os donativos. “Os números são 3624-6401 e 9 9143-8418. Na área da nossa responsabilidade, que é a 66ª Companhia, que fica na Rua Centenário, bairro SIM, as pessoas podem se dirigir até lá e com certeza receberemos esses donativos que serão úteis para a população”, disse.
A expectativa este ano, é que o número de donativos supere a quantidade do ano passado. Segundo o major Paulo José Santos, a cada ano a campanha é superada. “Até agora já temos 30% das nossas arrecadações. Vale ressaltar que na primeira edição, em 2014, arrecadamos 4 mil donativos, em 2015 dobramos e no ano passado foram 10 mil. Este ano queremos ultrapassar essa marca, chegando a 15 mil donativos”.

Policiamento nos distritos de Feira

Na oportunidade, o major Paulo José Santos ainda falou sobre a segurança em alguns distritos de Feira de Santana, onde tem sido grande o número de reclamações. Ele afirmou que em cada distrito a Polícia Militar tem uma viatura, além de motos que realizam rondas.

“Hoje deverei visitar os distritos de Tiquaruçu, Jaíba e Matinha para conversar com a comunidade, com as lideranças e ouvir as queixas. Assim, a gente poderá corrigir os problemas que estejam acontecendo. A companhia tem uma área muito grande e isso é um complicador, mas isso não vai nos impedir de trabalharmos com seriedade”, destacou.(Acorda Cidade)

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