quarta-feira, 21 de junho de 2017

SALVADOR: Para atender permissionários após incêndio, barracas são instaladas no Mercado de Cajazeiras

A prefeitura começou a montagem, na manhã desta quarta-feira (21), de barracas em frente ao Mercado de Cajazeiras. Os equipamentos estão sendo destinados a parte dos permissionários afetados pelo incêndio que atingiu o 2º pavimento do mercado na noite de domingo (18). 
De acordo com o diretor de operações da Secretaria Municipal da Ordem Pública (Semop), Adriano Silveira, entre 20 e 30 boxes vão funcionar temporariamente do lado de fora, nessas barracas. Todos eram de comerciantes que ficavam no 2º andar, que está interditado. 

Já o primeiro piso, que não foi destruído pelas chamas, já voltou a funcionar - foi reaberto hoje. Na terça-feira (20), os permissionários visitaram o local pela primeira vez após o incidente, para acompanhar a retirada dos entulhos. 

Entenda o caso
O Mercado de Cajazeiras foi atingido por um incêndio que começou na noite de domingo. O fogo se concentrou no segundo piso, onde ficam cerca de 70 dos 133 boxes que existem no espaço. Segundo o Corpo de Bombeiros, 20 deles foram atingidos pelas chamas. No mesmo dia, a polícia fez a perícia do local - O Departamento de Polícia Técnica só liberou a entrada no mercado ontem.
A Defesa Civil de Salvador (Codesal) vistoriou o espaço e informou que a estrutura não foi comprometida, mas vai fazer uma nova avaliação para verificar se a situação se mantém. O fogo atingiu o teto do mercado e as telhas terão que ser trocadas, obra que ficará a cargo da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra). Parte da fachada também sofreu avarias e terá que ser recuperada. 

A Guarda Civil Municipal (GCM) e a Ouvidoria Geral do Município (OGM) estão prestando apoio às ações da Semop na assistência aos permissionários.
Existe a suspeita de que o incêndio tenha sido provocado de forma criminosa. Alguns permissionários acreditam que bandidos tenham colocado fogo no mercado para forçar os trabalhadores a retornarem para a Rotatória da Feirinha, de onde foram retirados há dois anos, quando o mercado foi inaugurado. A 13ª Delegacia (Cajazeiras) investiga essa suspeita.(Correio)

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