domingo, 16 de julho de 2017

STº ANTº JESUS ☼ Residente na cidade, deputado Prisco aguarda convite do prefeito para uma conversa

Em entrevista a Andaiá FM, o Deputado Estadual Marcus Prisco (PPS) falou a respeito de sua vida política e de sua constante luta com o Governo do Estado. 

Prisco foi acusado de liderar greves da Polícia Militar sendo demitido da corporação em 2002, por envolvimento em movimento grevista. 

O Tribunal de Justiça da Bahia por unanimidade, decidiu que o Estado deveria reintegrar o legislador. 

De acordo com o deputado, o Governo opôs embargos de declaração, alegando obscuridade na decisão e pedindo que a sentença fosse revista pelo próprio Pleno do Tribunal. Os desembargadores, no entanto, indeferiram o recurso, “é uma perseguição muito grande do governo do PT no estado sobre a nossa luta e sobre o nosso mandato”, disse o entrevistado. 

Ele salientou que já foi reintegrado a corporação por 10 vezes e aguarda tramite para que a ordem de integração seja cumprida. Marcos Prisco reside em Santo Antônio de Jesus há 7 anos e esteve preso em prisão domiciliar por mais de 7 meses na capital baiana onde o parlamentar trabalha. Por conta do cárcere, Prisco se considera o único preso político do Brasil, após a Ditadura Militar, “no país todo, não houve nenhuma situação como a minha”, ressaltou.

Administração municipal: Tendo como base política a cidade, Prisco foi coerente em falar sobre a administração municipal, no entanto pontuou algumas dificuldades enfrentadas pela nova gestão em especial sobre a infraestrutura, bastante cobrada pela população, “apoiei Rogério Andrade mesmo sendo oposição ao Governo Rui Costa. Espero que o prefeito nos convide para uma conversa para falarmos sobre a cidade”, diz.

Segurança Pública: Muito debatida de que a segurança é um dever do Estado, mais defendido que o município tem responsabilidade, Prisco se diz a favor de maior efetivo. O deputado falou também que a Guarda Civil deveria está armada e garante que é uma medida que dará maior habilidade. 

O deputado aponta o que rege o Estatuto do Desarmamento, "toda cidade maior que 100 mil habitantes, a Guarda Municipal tem que ser armada, no entanto a decisão de equipar a Guarda é da administração municipal e é preciso preparar e qualificar o profissional. A Guarda Municipal não pode exercer o papel de Polícia apenas de colaborar com a segurança”, explicou.

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